quinta-feira, 26 de setembro de 2013

AS CONSTELAÇÕES
Na astronomia moderna, uma constelação é uma área internacionalmente definida da esfera celeste. Essas áreas são agrupadas em torno de asterismos, padrões formados por estrelas importantes, aparentemente próximas umas das outras no céu noturno terrestre.
Há 88 constelações reconhecidas pela União Astronômica Internacional (UAI) desde 1922. A maioria delas inclui-se nas 48 constelações definidas por Ptolomeu em seu Almagesto, no século II; as outras foram definidas nos séculos XVII e XVIII, sendo que as mais recentes se encontram no céu meridional, definidas por Nicolas Louis de Lacaille em Coelum australe stelliferum (1763).
Existem também numerosas constelações históricas não reconhecidas pela UAI, bem como constelações reconhecidas em tradições regionais da astronomia ou astrologia, como a chinesa, a hindu ou a aborígine australiana.A atual lista de 88 constelações reconhecida pela UAI desde 1922 baseia-se nas 48 relacionadas por Ptolomeu no seu Almagesto, no século II.1 2 O catálogo de Ptolomeu é relatado por Eudoxo de Cnido, um astrônomo grego do século IV a.C. que introduziu a antiga astronomia babilônica na cultura helenística. Das 48 constelações listadas por Ptolomeu, trinta têm uma história bem mais antiga, remontando pelo menos ao final da Idade do Bronze. Isto sRegiões escuras da Via Láctea são mais visíveis e surpreendentes no hemisfério sul que no norte. Elas se destacam nitidamente quando as condições da noite são tão escuras que a região central da Via Láctea lança sombras no chão. Algumas culturas distinguiram formas nessas áreas e deram nomes a essas "constelações de nuvem escura". Membros da civilização inca identificaram várias áreas escuras ou nebulosas escuras na Via Láctea como animais e associaram sua aparição com chuvas sazonais.15 A astronomia aborígine australiana também descreve constelações de nuvem escura, a mais famosa sendo a "ema no céu", cuja cabeça é formada pela nebulosa do Saco de Carvão.e dá, em particular, para as constelações do zodíaco.O termo do latim tardio constellātiō pode ser traduzido como "conjunto de estrelas". O termo foi inicialmente usado na astrologia, para asterismos que supostamente exerciam influência, atestados por Amiano Marcelino (século IV). No inglês médio, o termo foi usado a partir do século XIV, também na astrologia, para conjunções de planetas. O sentido astronômico moderno de "área da esfera celeste em torno de um asterismo específico" data da metade do século XVI.
O uso coloquial não distingue os sentidos de "asterismo" e "área em torno de um asterismo". O sentido moderno do termo usado na astronomia refere-se às constelações mais como segmentos semelhantes a grades na esfera celeste, enquanto o termo para padrão de estrelas é asterismo.
Por exemplo, o asterismo conhecido como Grande Carro corresponde às sete estrelas mais brilhantes da maior constelação da UAI, que é a Ursa Major.

DOENÇA: AIDS

Como ocorrem as estações do ano

A sucessão das estações do ano é resultado da inclinação do eixo de rotação da Terra por 66,6º relativo ao seu plano de translação (23,4º em relação à normal ao plano). O eixo de rotação da Terra é a linha imaginaria que une o pólo Norte ao pólo Sul e sua inclinação faz com que, em certas épocas do ano, um hemisfério receba a luz do Sol mais diretamente que o outro hemisfério. Isto é a principal causa das estações do ano: primavera, verão, outono e inverno. Comparados às regiões tropicais, os pólos, por exemplo, recebem os raios solares bastante inclinados e por isso absorvem apenas uma fração da luz do Sol; o que reflete-se em temperaturas mais baixas nas extremidades polares.
Existe uma distribuição desigual de luz e calor solar nas diversas partes da terra. Por causa disso diferentes partes recebem diferentes quantidades de luz e calor solar ao longo do ano. Assim, no verão, teremos mais luz e calor e, no inverno, menos luz e calor.
A data de início de cada estação varia ao longo do tempo. No equinócio de março tem início o outono no hemisfério sule a primavera no hemisfério norte. No solstício de junho começa o inverno no sul e o verão no norte.
O equinócio de setembro, por sua vez, marca o início da primavera no sul e do outono no norte. Finalmente no solstício de dezembro começa o verão no hemisfério sul e o inverno no norte.

SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO E 

FEMININO


SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO

Anatomia:



Testículos: São os órgãos sexuais primários ou gônadas. São formados por duas estruturas ovóides, alojadas dentro do escroto ? bolsa que aloja os testículos. Os testículos são considerados glândulas mistas, uma vez que produzem espermatozóides (espermatogênese) e na puberdade produzem também hormônios ? testosterona -, responsáveis pelo aparecimento dos caracteres sexuais secundários. A temperatura ótima para produção e armazenamento de espermatozóides é de 35o C, razão pela qual os testículos não se localizam no interior do corpo humano. A temperatura corporal é em torno de 37o C.



Epidídimo: O epidídimo é uma estrutura em forma de C, constituída de cabeça, corpo e cauda, situada na margem posterior de cada testículo. Além de atuar como via condutora de gametas também armazena espermatozóides até o momento da ejaculação. É no epidídimo que os espermatozóides sofrem a maturação durante seu desenvolvimento, que ocorre aproximadamente em 2 meses





Ducto Deferente: O ducto deferente é o prolongamento da cauda do epidídimo, sendo a estrutura responsável pela condução do espermatozóide até o ducto ejaculatório.



Ducto Ejaculatório: O ducto ejaculatório é formado pela junção do ducto deferente com o ducto da vesícula seminal. O ducto ejaculatório também constitui via condutora de gametas, porém possui menor dimensão e calibre do que as demais vias condutoras de espermatozóides. Seu trajeto passa pelo interior da próstata.





Uretra: A uretra é um canal comum para eliminação de urina e para ejaculação. Possui cerca de 20 centímetros de comprimento, iniciando-se no óstio interno da uretra, na base da bexiga e com término no orifício externo da uretra, na glande do pênis. O canal da uretra pode ser dividido em três partes: uretra prostática, uretra membranosa e uretra peniana. A uretra prostática é a porção que perpassa pela próstata; a uretra membranosa percorre o assoalho da pelve e a uretra peniana transcorre pelo corpo esponjoso do pênis. Os túbulos e ductos dos testículos, o epidídimo, o ducto deferente, o ducto ejaculatório e a uretra constituem as vias condutoras de gametas, desde o local onde são produzidos, até as vias genitais femininas, onde são eliminados.



Glândulas Anexas: A função primordial das glândulas anexas é facilitar a progressão dos espermatozóides nas vias genitais. São elas: vesículas seminais, próstata e glândulas bulbo-uretrais.

· Vesículas seminais: são em número de duas, situadas na parte póstero-inferior da bexiga; possuem formato sacciforme e inferiormente sua extremidade torna-se estreita e reta para formar o ducto da vesícula seminal. As suas secreções fazem parte da constituição do líquido seminal, e atuam na ativação dos espermatozóides.

· Próstata: é um órgão pélvico, ímpar, situado inferiormente à bexiga, constituído de musculatura lisa, tecido fibroso e glândulas. É atravessado pela uretra e sua secreção confere o odor característico do sêmen.

· Glândulas bulbo-uretrais: são duas formações esféricas e pequenas, situadas próximas à porção membranosa da uretra. Seus ductos desembocam na uretra peniana, secretando seu líquido mucoso que auxilia na ejaculação.



Pênis: o pênis é o órgão da cópula, penetra nas vias genitais femininas e possibilita o lançamento dos espermatozóides. É constituído de tecido flácido, formado por:

· 2 corpos cavernosos, que se fixam ao osso da bacia através dos ramos do pênis ? extremidades posteriores.

· 1 corpo esponjoso, que apresenta duas dilatações: glande (anterior) e bulbo (posterior).

O pênis, portanto, possui duas porções: uma porção fixa, denominada raiz, que é constituída pelo ramo e bulbo do pênis; e uma porção livre, recoberta pelo prepúcio e denominada corpo do pênis, formada pelos corpos cavernosos e esponjosos, responsáveis pela ereção. No processo da ereção, os tecidos lacunares se enchem de sangue; o pênis se torna túrgido, e há um aumento no volume e na rigidez. O prepúcio, dupla camada de pele que recobre o pênis, é fixo ao corpo do pênis através do frênulo, uma prega mediana e inferior. Anteriormente, o prepúcio recobre a glande do pênis.



Sêmen: O sêmen é o líquido constituído por espermatozóides e fluido seminal. É composto por: secreções da próstata (30%) e vesículas seminais (70%). O fluido seminal é formado de: água, muco, açúcar, bases e prostaglandinas (hormônios que vão desencadear contrações do útero e tuba uterina).



Fisiologia

A primeira fase do ato sexual masculino é a ereção, que ocorre através de fenômenos vasculares que propiciam uma congestão sanguínea nos tecidos eréteis do pênis, tornando-o ereto, rígido e com maior volume. O fenômeno da ereção ocorre através de excitação na região sacral da medula espinhal e transmitida por meio de nervos parassimpáticos.
Com o prosseguimento da excitação, um circuito neuronal localizado na região lombar alta da medula espinhal também se excita e, por meio de nervos autônomos simpáticos, provocam uma série de fenômenos que proporcionarão a emissão e, logo em seguida, a ejaculação.
Durante a emissão ocorrem contrações do epidídimo, canais deferentes, vesículas seminíferas, próstata, glândulas bulbo-uretrais e glândulas uretrais. A uretra, então, se enche de líquido contendo milhões de espermatozóides.
Com a ejaculação, ocorrendo logo a seguir, aproximadamente 3,5 a 5 ml. de sêmen são expelidos ao exterior do aparelho masculino. Este volume de sêmen contém cerca de 200 a 400 milhões de espermatozóides. O líquido prostático neutraliza a acidez da vagina, possibilitando o movimento dos espermatozóides no interior do aparelho reprodutor feminino.





SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

Anatomia:

Órgãos internos:

Ovários: São duas gônadas ou glândulas sexuais femininas, também chamados de órgãos primários. Localiza-se na parte inferior da cavidade abdominal, um de cada lado do útero. Produz óvulos e hormônios sexuais femininos: estrógenos e progesterona.



Tuba uterina: São tubos musculares e flexíveis que comunicam o ovário com o útero para transportarem os óvulos. Os espermatozóides que penetram na vagina passam por ela pra atingir o óvulo, consequentemente é o lugar onde pode ocorrer a fecundação.



Útero: É um órgão oco que possui formato de pêra invertida e se situa entre a bexiga urinaria e o reto. Comunica-se por um lado com a tuba uterina e por outro com a vagina. É dividido em quatro partes:

corpo do útero
fundo do útero
istmo
colo do útero. 

E possui uma estrutura dividida em três camadas:

· Camada interna ou endométrio: sofre modificações com o ciclo menstrual ou na gravidez (é onde o embrião se instala). Se prepara para receber o óvulo mensalmente, aumentando sua espessura e formando redes de capilares. Se não ocorrer fecundação ele sofre descamação e ocorre o processo da menstruação.

Camada média ou miométrio
Camada externa ou perimétrio



Vagina: conduto muscular membranoso, que se estende desde o colo do útero até a vulva. É muito elástica e está coberta por uma pele fina, com muitas pregas. É o órgão feminino que recebe o pênis no ato sexual. Por ela passa os fluxos menstruais e o feto na hora do parto. A entrada da vagina é protegida por uma membrana circular - o hímen - que fecha parcialmente o orifício vulvo-vaginal e geralmente se rompe nas primeiras relações sexuais. 

Órgãos externos: (Vulva ou Pudendo Feminino):

Clitóris: É um órgão impar e mediano, erétil, situado na parte antero posterior da vulva, tem uma porção oculta entre os lábios maiores e outra livre, que termina numa extremidade chamada glande, coberta pelo prepúcio.



Grandes lábios: são duas pregas cutâneas, alongadas, que delimitam entre si uma fenda. Após a puberdade apresentam-se cobertas de pêlos, embora suas faces internas sejam sempre lisas.



Pequenos lábios: são duas pequenas pregas cutâneas localizadas medialmente aos lábios maiores.



Monte púbico: É uma elevação mediana anterior a sínfis púbica e constituída principalmente de tecido adposo. Apresenta pêlos espessos após a puberdade.



Óstio da vagina: é a área circundada pelos pequenos lábios que contem a uretra, a vagina e os ductos das glândulas vestibulares. Essas glândulas secretam algumas gotas de muco durante a excitação sexual, destinadas a tornar as estruturas úmidas e propicias a relação sexual.



Óstio da uretra: A uretra feminina é bem mais curta e simples do que a masculina. É retilínea para baixo e para diante, a partir do seu óstio interno da bexiga; atravessa os diafragmas pélvico e urogenital. Corre anteriormente à vagina e termina no vestíbulo, por seu óstio externo.



Mamas: O estudo das mamas é devido às relações funcionais que estes órgãos mantêm com aqueles da reprodução e seus hormônios. São dois órgãos glandulares que na mulher destinam-se a secretar o leite para alimentar o recém nascido durante o período de lactação.



Fisiologia

No final do desenvolvimento embrionário de uma menina, ela já tem todas as células que irão transformar-se em gametas nos seus dois ovários. Estas células - os ovócitos primários - encontram-se dentro de estruturas denominadas folículos ovarianos. O inicio da puberdade feminina é marcada pelo aparecimento da primeira menstruação, (MENARCA ? entre 11 e 13 anos), e vai até a última menstruação, (MENOPAUSA - entre 45 e 50 anos). A partir da menarca a menina passa a ser capaz de gerar uma nova vida, além disso, ocorre o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários como o desenvolvimento das mamas e o aparecimento de pêlos em determinadas regiões do corpo. Durante a vida fértil da mulher, amadurece normalmente apenas um folículo a cada 28-30 dias produzindo um óvulo fértil, que cai na tuba uterina, onde poderá ser fecundado ou não. No ponto de ruptura do folículo, na parede do ovário, as células foliculares formam um tecido de cicatrização de função endócrina, o chamado corpo lúteo (ou amarelo). Se não houver fecundação, o corpo lúteo degenera após 10 dias. Se, no entanto, o óvulo for fecundado, o corpo amarelo cresce muito e permanece alguns meses produzindo a progesterona, que é o hormônio da gravidez.



Ciclo menstrual:

Compreende um período de 28 a 30 dias, durante o qual se origina um óvulo que, não fecundado, será expulso junto com secreções, sangue e restos do endométrio, que continua se desenvolvendo para garantir a fixação, proteção e nutrição do futuro embrião. Nos primeiros 14 dias do ciclo, a hipófise, produzindo FSH (Hormônio Folículo Estimulante), estimula a maturação de um folículo ovariano. Este produz estrógenos, que, chegam ao útero promovendo o crescimento do endométrio. No 14° dia ocorre a ovulação e nos 14 dias finais do ciclo a hipófise produz alta taxa de LH (hormônio luteinizante), que estimula o desenvolvimento do corpo amarelo. Este tecido endócrino produz então a progesterona, que continua estimulando o crescimento do endométrio, preparando-o para receber o zigoto. O aumento da taxa de progesterona atua sobre a hipófise inibindo a produção do LH. Assim, o corpo amarelo degenera, cai a taxa de progesterona e ocorre o desprendimento do endométrio, eliminado como fluxo menstrual.



Gravidez

Os espermatozóides lançados na vagina deslocam-se em direção ao útero e às tubas uterinas. Quando encontram um óvulo no interior das tubas, ocorre a fecundação. Imediatamente, a membrana do óvulo fica completamente impermeável à penetração de outro espermatozóide. A partir do instante da fecundação, a célula-ovo começa a se dividir e a ser "empurrada" em direção ao útero por contrações leves da musculatura lisa da tuba e pelo movimento dos cílios que revestem sua mucosa interna. O ovo leva de dois a quatro dias para atingir o útero, e a essa altura já pode ser chamado de embrião. O embrião encontra o útero com as paredes expessadas, cheias de vasos sanguíneos e vilosidades, implanta-se nessas paredes e se desenvolve.

Quando chega ao útero, o ovo já iniciou a formação do embrião. O desenvolvimento embrionário é rápido e em poucos dias o embrião já conta com muitas células. Com o tempo, certas camadas de células se diferenciam para formar as membranas extraembrionárias. Umas dessas camadas é o córion, que se desenvolve em contado com a parede do útero, formando inúmeros prolongamentos. A mucosa uterina se desenvolve mais e se une estreitamente a esses prolongamentos, formando a placenta. É por intermédio da placenta que as substâncias dissolvidas no plasma materno passam para o feto, alimentando-o. Ela se comunica com o embrião através do cordão umbilical, dentro do qual passam a artéria e as veias umbilicais. É pela artéria umbilical que o embrião recebe nutrientes e oxigênio retirados do sangue da mãe. Entre o embrião e as membranas existentes existe um liquido chamado liquido amniótico.Três a quatro semanas após a fecundação, o coração do embrião começa a bater. Ao fim do segundo mês o embrião já tem membros, dedos e face com características humanas. Desse ponto em diante recebe o nome de feto.



Menopausa

Depois de uns 400 ciclos menstruais completos, ou menos, sobrevém o declínio sexual da mulher. A menopausa, ou interrupção permanente da menstruação, não é o climatério em si, mas uma das manifestações desse período. Além da suspensão da menstruação, o climatério envolve profundas alterações orgânicas e psíquicas.



MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

Pílulas anticoncepcionais: Contém hormônios que evitam a produção de óvulos.

DIU (dispositivo intra uterino): O DIU é composto por um objeto de plástico parecido com uma flecha. Ele possui um fio de cobre enrolado na parte inferior. Evita a gravidez de duas formas, o cobre tem função espermicida; e o DIU impede que o embrião se implante na camada do útero. Isto para alguns é considerado abortivo.

Abstinência: Não ter relação sexual.

Coito interrompido: Retirar o pênis antes da ejaculação, é um método pouco seguro.

Cremes espermicidas: Substâncias aplicadas na vagina que matam o espermatozóides, são pouco eficientes e geralmente são associados ao diafragma.

Diafragma: Tem a forma de um chapeuzinho, feito de borracha fina e macia, que é colocado no fundo da vagina, cobrindo todo o colo do útero, impedindo assim a passagem dos espermatozóides.

Tabelinha: Evita ter relação sexual no dia da ovulação.

Camisinha (Masculina e feminina): Impede que o esperma seja depositado dentro do corpo feminino. Único método que também protege contra as DST?s.

Vasectomia: Corte do vaso deferente e o amarro de suas pontas. Pode ser reversível (amarras) ou irreversível (corte).



Laqueadura Tubária: Corta-se as pontas das tubas uterinas impedindo que os espermatozóides entrem em contato com o óvulo. Pode ser reversível (amarras) ou irreversível (corte).

Camisinha Masculina...                                                                                                                                    O preservativo (também conhecido como camisinha no Brasil) é um método contraceptivo do tipo barreira.
Este é o método contraceptivo mais utilizado em todo o mundo, que ajuda não só no planejamento familiar como também reduz o risco de transmissão de diversas DSTs. É feito de látex ou poliuretano e geralmente já vem lubrificado, existindo em várias cores, aromas e tamanhos. Deve estar presente durante todo o ato sexual: deve colocar-se antes de iniciar a penetração e retirar-se depois da ejaculação, antes que o pênisperca a ereção.
Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o uso de preservativo não é aceito pelaIgreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes do Hinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões para sua recusa é que um comportamento sexual avesso à promiscuidade e à infidelidade conjugal bastaria para a protecção contra DSTs.                                             

Vantagens

  • De fácil aquisição, é o método ideal para relações ocasionais ou imprevistas.
  • Pode ser utilizado sem contra-indicações, e é o único método contraceptivo que reduz a incidência grandemente de doenças venéreas como a SIDA (Aids no Brasil), a gonorréia, entre outras. Porém pode falhar contra o HPV (Efetividade do preservativo Contra DSTs, WHO, 2004).                                                         

    Desvantagens

    • Se for mal aplicado ou utilizado mais de uma vez, pode romper, não evitando a transmissão do sêmen.
    • Como é de utilização única, o custo de cada preservativo não é um factor desprezível, apesar de, no Brasil, os postos de saúde da rede pública fornecerem gratuitamente preservativos, sendo estes da largura padrão (52 milímetros).
    • Algumas pessoas são alérgicas ao látex, material de que são compostos a maioria dos preservativos disponíveis (existem também preservativos em outros materiais).                                                                Kondom.jpg            

O PEIXE VENENOSO

Peixe-leão

Peixe-leão, peixe-peru, peixe-dragão, peixe-escorpião e peixe-pedra são alguns nomes vulgares para uma grande variedade de peixesmarinhos venenosos dos gêneros PteroisParapteroisBrachypteroisEbosia ou Dendrochirus, pertencentes à família Scorpaenidae.1 Um dos seus representantes mais conhecidos é o peixe-leão-vermelho.
Os peixes-leões são predadores vorazes. Quando estão a caçar encurralam as presas com seus espinhos e,2 num movimento rápido, as engolem por inteiro. Eles são conhecidos por seus enormes espinhos dorsais e pela coloração listrada, de cores vermelhamarromlaranjaamarelapreta oubranca.3
Os peixes-leões são nativos da região Indo-Pacífica, vivendo sempre próximos à recifes de coral,3 mas algumas espécies podem ser encontradas em outras regiões do mundo. Devido a uma recente introdução, podem ser encontrados no oeste do Oceano Atlântico e Mar do Caribe.4
Os peixes-leões vivem até 15 anos e podem pesar até 200g. Durante o dia preferem se abrigar em cavernas ou fendas, sendo animais de hábitos noturnos. Alimentam-se de pequenos peixes e normalmente só os comem vivos, mas em cativeiro podem ser habituados a comer camarão congelado. São ovíparos3 e a desova acontece à noite.